[Resenha/Filme] Capitão América: Guerra Civil



Oi, gente! Tudo bem?

Faz muito tempo que não faço uma resenha de filme aqui no blog. De antemão aviso que não é por falta de vontade e sim de tempo.
Com o tempo limitado e um pouco corrido (muitos compromissos e coisas da faculdade), não tive nem tempo de resenhar filmes novos e nem de ir ao cinema para assistir algum.
Mas na semana passada precisei dar uma passadinha no shopping e aproveitei a oportunidade de estar por perto para ir assistir Capitão América: Guerra Civil. 
Eu estava muito ansiosa para assistir este filme desde que soube que seria aí a tão esperada estreia do Homem-Aranha (que para quem não sabe é meu herói favorito) no grupo dos vingadores.
Guerra Civil já começa a todo vapor. Muita luta. Muitos efeitos especiais. E o principal, muitos heróis, rsrs.
Como sempre os vingadores estavam lutando em prol da defesa da humanidade. Mas infelizmente, todas as batalhas em que eles se envolviam terminavam em um banho de sangue e muita destruição. A vida de muitos inocentes acabava sendo tirada e muitas cidades eram destruídas, mesmo que a intenção do grupo fosse o oposto de tudo isso.


Por conta desses desastres, líderes políticos resolvem intervir entre os heróis. Eles propõem um acordo exigindo a assinatura de um documento que limitaria a ação dos super-heróis. Eles deveriam escolher entre trabalhar para a ONU, obedecer regras, ou deixariam de exercer suas atividades heroicas.
Mas como nem tudo são flores, alguns personagens se opuseram a ideia dos governistas. E por conta disso, o grupo dos vingadores acabou sendo dividido entre Steve Rogers (Capitão América), que considerou um absurdo essa intromissão política nos atos heroicos dos vingadores, e Tony Stark (Homem de Ferro), que apoiava e entendia o acordo político por conta de acontecimentos anteriores.



Pela primeira vez a Marvel teve como o foco principal uma guerra interna. Entre os heróis. Dessa vez os vingadores não se uniram para derrotar inimigos, monstros, entre outros. Foram praticamente forçados a lutar entre si por terem opiniões que divergiam.


Como mencionei no início da postagem, minha grande expectativa para este filme foi em cima do personagem do Homem-Aranha. Fiquei com muito medo de acabar me decepcionando, tendo em vista que o personagem já passou pela mão de vários atores.
Mas não me decepcionei. Achei que o ator soube interpretar maravilhosamente bem as características do personagem. O humor, principalmente. Eu só esperava uma tia May um pouquinho mais velha. Mas ok.
No geral, o filme foi ótimo. A Marvel como sempre caprichou. O roteiro estava completo e recheado, e as cenas foram muito bem desenvolvidas.
Posso afirmar que foi o melhor filme da Marvel que já assisti. E está mais que recomendado a todos!

Assista o trailer:


Se você já assistiu Guerra Civil, ou tem vontade de assistir, não se esqueça de comentar o que achou do filme e do post. Compartilhe o link da postagem com os amigos para ajudar na divulgação do blog.
Muito obrigada pela visita!
Até a próxima!
Beijos

[Resenha] A Filha do Norte #1 | Luisa Soresini

Título: A Filha do Norte - Livro 1
Autora: Luisa Soresini *Cortesia
Gênero:
Editora: Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 496
Sinopse:
"Tudo começa quando Michelle e Meredith saem para ver as flores. Uma tempestade faz com que a bruxa perca Michelle de vista. A menina, desnorteada, sai em busca de ajuda e avista uma mansão enorme e antiga. Pensando que não mora ninguém na casa, Michelle entra no local para se abrigar e é surpreendida ao ser recebida por uma governanta tão sinistra quanto a casa, que a deixa com medo. Seu instinto lhe diz que há algo de errado, mas essa sensação passa quando entra na casa e se depara com um ambiente completamente diferente daquela fachada macabra que vira. O interior da mansão é maravilhoso, bonito e sofisticado, assim como os seus donos: os irmãos Vergamini. O que Michelle não imagina é que às vezes é necessário ouvir nossos instintos. Ela está em perigo e talvez nem suas amigas, Elza e Meredith, as bruxas do Leste e do Sul, consigam salvá-la."

A autora, Luisa Soresini, me cedeu gentilmente um exemplar de seu livro A Filha do Norte, para leitura e resenha. Eu já esperava gostar do livro tendo lido apenas a sinopse, mas a história por trás dessa sinopse vai muito, muito além.


A Filha do Norte inicia uma série de livros e conta a história de Michelle, uma garota de 16 anos, muito misteriosa e cheia de qualidades. Michelle espalhava alegria por onde passava e acabou encantando Elza e Meredith, as bruxas do Leste e do Sul, que conheceram-na vagando pelas ruas e resolveram levar a jovem Michelle para viver com elas por um tempo.
Michelle desconhecia a natureza das duas, visto que elas escondiam isso de todos. Elza, aparentava ser uma senhora e Meredith, uma criança.
Em certa ocasião, Meredith levou Michelle para conhecer umas flores de espécie rara. Ela conhecia os riscos de ir até tal lugar, mas como a jovem estava sob sua responsabilidade, acreditou veemente que não aconteceria nada. Só que uma grande chuva acabou separando as duas, obrigando Michelle a procurar abrigo no meio da noite na casa de estranhos. O que ela não esperava era cair em uma grande cilada.
Michelle foi parar na mansão dos irmãos Vergamini. A primeira impressão que Michelle teve a respeito dos meninos foi que eram ricos, simpáticos, muito bonitos. Gentilmente ofereceram abrigo a ela, que um pouco desconfiada, acabou aceitando. Mas por trás de toda aquela bondade existiam grandes riscos para a vida da jovem moça.
"Agora o que eu devia fazer com ela? Pensei e me ocorreu uma coisa... - Isso vai começar a ficar interessante... - Ri."
A escrita da autora é muito boa e envolvente. Luisa tem uma imaginação sem tamanho, e demostrou isso principalmente na hora de construir os personagens, que possuem características completamente diferentes e apaixonantes.


O livro é dividido em várias partes, e em cada uma delas quem narrava era um dos personagens. Depois de ler alguns livros em minha vida escritos dessa maneira criei certa antipatia. Em alguns momentos, me sentia confusa e perdida com a maneira com que determinado livro foi escrito ou qual personagem estava narrando a história no momento. Mas com A Filha do Norte é diferente. A autora soube administrar muito bem essa troca de personagens durante a narrativa no decorrer de toda a história. Não me senti confusa em nenhum momento. E quando sequer pensei que poderia ficar, logo depois a história caminhava em direção ao narrador atual.
A maneira com que a autora o escreveu é bem diferente. Ele não possui capítulos, apenas é dividido em partes, como foi citado acima. O lado bom disso é que a história foi realmente muito boa e repleta de mistérios. Cada vez que uma parte era completada a vontade de ler a próxima era gigantesca. Já o lado ruim é que as vezes eu não podia ou não tinha tempo para continuar lendo para saber o que aconteceria a seguir, e me sentia angustiada por isso, rsrs.
Variando entre momentos de drama, romance e sobrenatural, o livro terminou de maneira impactante e arrebatadora. Teve seu desfecho no meio de um momento muito esperado por mim (e acredito eu que por todas as outras pessoas que já leram o livro). Fiquei um pouco angustiada por isso e por alguns pontos abertos durante a história não terem sido fechados no decorrer do livro, me deixando ansiosa ao extremo para ler o próximo volume da série.
"ESTOU COM MEDO. Com muito medo, não posso mentir. O jeito como Danton estava olhando para mim arrepiou-me até a raiz do cabelo."
"Ela apagou. Devia estar exausta. Havia sido um dia muito cansativo para ela, que, em várias ocasiões, quase morreu..."
"Michelle era corajosa, fazia de tudo para proteger o que acreditava. Tudo."

A leitura está mais que recomendada! Espero que tenham gostado da resenha. Não se esqueçam de comentar o que acharam, se já leram ou querem ler. Compartilhem o post com os amigos para ajudar na divulgação.
Até a próxima!
Beijos